2ª de Teologia para a salvação (JV).
34. Então Pedro tomou a palavra e disse: Em
verdade, reconheço que Deus não faz distinção de pessoas,
35. Mas em toda nação lhe é agradável
àquele que o temer e fizer o que é justo.
36. Deus enviou a sua palavra aos filhos de
Israel, anunciando-lhes a boa nova da paz, por meio de Jesus Cristo. Este é o
Senhor de todos.
37. Vós sabeis como tudo isso aconteceu na
Judeia, depois de ter começado na Galileia, após o batismo que João pregou.
38. Vós sabeis como Deus ungiu a Jesus de
Nazaré com o Espírito Santo e com o poder, como ele andou fazendo o bem e
curando todos os oprimidos do demônio, porque Deus estava com ele.
39. E nós somos testemunhas de tudo o que
fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram, suspendendo-o num
madeiro.
40. Mas Deus o ressuscitou ao terceiro dia
e permitiu que aparecesse,
41. Não a todo o povo, mas às testemunhas
que Deus havia predestinado a nós que comemos e bebemos com ele, depois que
ressuscitou.
42. Ele nos mandou pregar ao povo e
testemunhar que é ele quem foi constituído por Deus juiz dos vivos e dos
mortos.
43. Dele todos os profetas dão testemunho,
anunciando que todos os que nele creem recebem o perdão dos pecados por meio de
seu nome.
44. Estando Pedro ainda a falar, o Espírito
Santo desceu sobre todos os que ouviam a (santa) palavra.
45. Os fiéis da circuncisão, que tinham
vindo com Pedro, profundamente se admiraram, vendo que o dom do Espírito Santo
era derramado também sobre os pagãos;
46. Pois eles os ouviam falar em outras
línguas e glorificar a Deus.
47. Então Pedro tomou a palavra: Porventura
pode-se negar a água do batismo a estes que receberam o Espírito Santo como
nós?
48. E mandou que fossem batizados em nome
de Jesus Cristo. Rogaram-lhe então que ficasse com eles por alguns dias.
Judeus
e pagãos professando mutuamente uma só fé, um só espírito, bem diferente do que
vemos hoje. Este
texto reflete a essência da catequese daquela época na Igreja primitiva. A
evangelização é o ponto de partida e a catequese é o reconhecimento de que o
povo de Deus é formado por aqueles que praticam e respeitam a sua vontade,
mesmo que de forma inconsciente. Paulo disse que: “Deus
não faz distinção entre as pessoas.” Os irmãos cristãos agem na comunidade como
se fossem boas pessoas, mas na prática não procuram seguir aquilo que pregam,
são hipócritas. Dentro da comunidade, ou seja, no Templo nos achamos todos
iguais, mas quando estamos lá fora, no mundo real e material das coisas, aí tudo
muda, não parecemos aquilo que pregamos dentro da Igreja. Devemos despertar
relações juntas entre os homens, a fim de que eles vençam alienação e construam
uma sociedade voltada para a vida que Deus quer que nós vivamos. Todos nós cristãos somos batizados pelo
Espírito Santo e, portanto devemos viver em comunhão com todos, fazendo valer
os ensinamentos do Cristo vivo que está em nós. Jesus não via nenhuma distinção
entre as pessoas, o que importava para Ele era que acreditassem nEle, com fé e
esperança, assim Deus nos guia e dá nos entendimento para que possamos viver
uma vida plena de comunhão, satisfação e alegria com todos. Independente do
status da pessoa, da fé ou até mesmo religião. Não podemos fazer distinção das
pessoas (irmãos), todos são filhos de Deus, não importa o caminho que anda o
que é preciso fazer é redirecioná-lo ao meio cristão com os princípios da fé,
da palavra do Senhor. Quando judeus (pessoas que não acreditavam em Jesus) e
pagãos se juntaram para professarem uma só fé, naquele momento, um grande passo
de fé foi dado para a História da Igreja, a qual estava surgindo.
Amém!
Amém!
Fontes:
Pentecoste dos estrangeiros - Na casa de Cornélio - Pagina 1.764 da bíblia de estudos - AVE MARIA e paginas 1405 e 1406 em Atos 10:34-43 da Bíblia Edição Pastoral - A Igreja e os pagãos.
Pentecoste dos estrangeiros - Na casa de Cornélio - Pagina 1.764 da bíblia de estudos - AVE MARIA e paginas 1405 e 1406 em Atos 10:34-43 da Bíblia Edição Pastoral - A Igreja e os pagãos.
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